Lula vem ao Piauí de novo; mas ele deveria estar preso

Lula vem ao Piauí pela enésima vez. Ele está em campanha pela presidência da República. Deveria estar na cadeia. Foi beneficiado por uma decisão do  ministro Edson Fachin, antigo militante petista. Fachin fez parte de grupo de advogados que fez campanha abertamente pela eleição de Dilma Roussef, em 2010. Depois, foi indicado ao STF (Supremo Tribunal Federal).

No Piauí, Lula espera receber o carinho dos seus eleitores. Os petistas vêm obtendo maioria expressiva nas eleições piauienses desde 2002, tanto para governo do estado quanto para presidência da República. Média de oitenta por cento dos votos. O presidiário temporariamente em liberdade espera repetir a votação. Quem sabe, até aumentá-la.

Ele se diz injustiçado. Sabemos que isso não tem nada a ver. Injustiçado ele não é porque injustiçado somos nós, brasileiros, que fomos roubados nos governos do PT. Injustiçada é a própria Justiça brasileira que se curva aos militantes petistas instalados nas altas Cortes do país. A bem da verdade, nem sabemos porque Lula tem tantos votos por aqui.

Faltam realizações para tal. Ele nada fez pelo Piauí em seus oito anos de governo e mais cinco de mando nas gestões de Dilma. Poderia ter feito a duplicação das rodovias de acesso a Teresina. No entanto, governo do estado teve que estadualizar os trechos das rodovias BR 343 e 316 e contrair empréstimo de R$ 630 milhões na época. A obra foi iniciada em 2011 e inaugurada inacabada em 2021.

Lula e o PT se vangloriam da obra do HUT. No entanto foi uma obra realizada em parceria entre governo federal e prefeitura de Teresina. Além do mais, foi iniciada no governo de José Sarney. Agora mesmo os petistas acusam o presidente Jair Bolsonaro de se apropriar de obras de Lula, como a transposição, porque teria sido iniciada na gestão do indigitado. Sendo assim, pode-se aplicar a mesma lógica em relação ao HUT. E também em relação à Ponte João Isidoro França (Ponte Estaiada). Diante disso, o que resta?

Lula não fez a duplicação da rodovia federal BR 135, antiga Rodovia da Morte. Lula não fez asfaltamento da rodovia BR 235, a partir de Caracol e até chegar na cidade de Santa Filomena, bem como a ponte sobre o Rio Parnaíba ligando ao município de Alto Parnaíba. Que obras Lula reivindica? O Bolsa Família. Mas o Bolsa Família não é obra. É projeto social que existe desde os tempos de Dom Pedro II.

O imperador disse no século XIX: "Nenhum nordestino passará fome ou sede. Nem que para isso eu tenha de vender até a última jóia da Coroa."

Na prática, Lula não sabe governar. Sua principal especialidade está explicitada nas condenações da Operação Lava Jato e demais. Ele também sabe agredir verbalmente. Ele vem ao Piauí para xingar Bolsonaro, seu adversário de ocasião; a imprensa; e todos aqueles que ousam pensar diferente dele. Mas será apenas uma passagem = e nada ficará.

Lula é uma antiguidade política que jamais se transformará em relíquia e que a maioria dos brasileiros espera esquecer muito em breve. E acompanhado de José Dirceu ele é ainda pior. (TR)  

O 2º maior ICMS do Brasil. O Piauí quer se igualar aos estados mais ricos em termos de cobrança do imposto

O Piauí é o estado mais pobre da Federação. No entanto, tem o segundo maior ICMS do país.

O Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços é um tributo estadual. É, portanto, da inteira responsabilidade do governo do estado.

O Rio de Janeiro tem o maior imposto do Brasil. Cobra 34% pelas operações de comércio e serviços.

Em seguida, vêm Minas Gerais e Piauí, com 31%. Interessante observar que o Rio é um dos estados mais ricos do Brasil.

Tem renda per capita anual de R$ 50,8 mil. Enquanto isso, o Piauí está no lado oposto. É um dos mais pobres da Federação, se não o mais pobre.

Sua renda per capita é de R$ 14 mil.

A situação é ainda mais vergonhosa se levarmos em consideração o Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma das riquezas produzidas pelo estado.

O Rio de Janeiro tem o 2° maior PIB brasileiro, somando R$ 462 bilhões (Veja aqui).

No Piauí, o PIB é de apenas R$ 24 bilhões, 20 vezes menos que o PIB fluminense. Mesmo assim, o imposto cobrado em território piauiense é apenas 3% a menos que no Rio.

Vamos agora a Minas, que tem ICMS equivalente ao do Piauí.

O PIB mineiro é de R$ 386 bilhões – o 3º do Brasil. Piauí e Minas cobram 31% de ICMS. O que se pratica no Piauí é uma verdadeira extorsão.

O ex-governador Wellington Dias (PT) disse na imprensa camarada que o ICMS não promove nenhuma discrepância de preços em relação aos combustíveis.

Trata-se apenas de mais uma de suas falácias. Ou mentiras. Como se queira chamar.

Procedimento lamentável de que já foi vereador, deputado estadual, deputado federal, senador, governador por quatro mandatos e que até recentemente almejava ser presidente da República.

Pelo histórico de suas conversações enganosas, percebe-se que estamos em péssimas mãos. (Toni Rodrigues)

Assista o vídeo

 

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3 meses

Marcelo Castro ataca Efrém Ribeiro e se nega em responder sobre montanha de dinheiro repassada à Construtora Jurema

O coronel Marcelo Castro, ops, senador da República, MDB, foi de uma agressividade desnecessária contra o jornalista Efrem Ribeiro. O jornalista do Portal TV Piauí procurou o senador para saber dele sobre os milhõe de reais destinados pelo governo do estado, através do DER/PI, para a construtora Jurema, de propriedade dos seus irmãos, Humberto e João Costa.

Sem querer responder aos questionamentos do jornalista ele se virou e disse apenas que depois das eleições falará com Efrem Ribeiro porque agora, no seu entender, o jornalista estaria "vendido". Pois é. Vendidos estariam todos aqueles profissionais de imprensa que ousam questionar a possível utilização indevida, e criminosa, de recursos públicos em campanhas eleitorais. O senador não gosta. Ele faz parte de um governo que também não gosta de responder a nenhuma pergunta de verdade. Jornalistas isentos são aqueles que não perguntam nada e que fazem parte da mesada gigantesca do governo petista no Piauí. Nada menos que R$ 75,554 milhões em 2021. Dinheiro demais para tanto silêncio e omissão. É disso que o senador gosta. Assim ele pode movimentar bem as mãos em direção ao..., ops, cuidado para não ser chamado de vendido também.

O senador Marcelo Castro é um velho coronel da política piauiense. Sua família está há tanto tempo na política que ele já nem sabe diferenciar o que é público do privado. E agora anda muito irritado porque as tetas que irrigam suas investidas políticas parecem estar 'secando', o que dificultará, e muito, sua tentativa de plantar mais um familiar na Câmara Federal. No caso, seu filhinho de papai Castro Neto, que por sinal correu léguas do jornalista Efrém Ribeiro. Tudo para não ter que responder por que pagou R$ 154 milhões aos seus tios da Jurema. O que o coloca também na condição de sobrinhozinho de titios. (Toni Rodrigues)

No Brasil, nunca tivemos esse negócio de terceira via

Sérgio Moro fez parada em Teresina para filiar o sempre vacilante João Vicente Claudino. O empresário sempre anuncia rumos políticos que depois não vai cumprir.

O ex-juiz e ex-ministro falou para advogados, jornalistas e políticos do Podemos e Cidadania. Entre eles o professor Washington Bonfim, pretenso candidato a governador.

Bonfim é aquele cara que atuou a vida inteira em governos do PSDB (não saberia dizer se ele algum dia esteve filiado) e agora anunciou que num eventual segundo turno da eleição votaria em Lula para presidente.

Sempre fui cético em relação aos seus saberes políticos. Mas ele é um cientista. Só que entre a ciência e o povo existe uma distância muito grande.

É preciso vivenciar para entender. É preciso estar no meio da gente para compreender o sentimento popular. Talvez tenha sido apenas um ato falho do Dr. Washington.

Bem, mas Moro veio, falou e garantiu a filiação e João Vicente. O empresário disse que não será candidato. Então, por que se filiar?

Moro aposta na terceira via. Nunca tivemos terceira via em nenhuma eleição do Brasil. Em 1945, após o Estado Novo, foi general Eurico Dutra contra brigadeiro Eduardo Gomes.

Em 1950, Getúlio Vargas enfrentou e venceu Eduardo Gomes. A pretensa terceira via seria representada pelo doutor Cristiano Machado.

Nesse caso, a terceira via atrapalhou. Gomes poderia ter sido eleito não fosse a ruptura promovida por Machado. Os dois tiveram, somados os votos, 51,15% contra 48,73 atribuídos a Vargas.

Em 1954, Juscelino Kubitschek ganhou de Juarez Távora. Adhemar de Barros (aquele do “rouba mas faz”) foi a terceira via que, de novo, prejudicou a oposição de chegar ao poder.

Em 1960, eleito Jânio Quadros, ele derrotou o candidato governista Henrique Teixeira Lott. Venceu a oposição. E lá estava, novamente, o velho guerreiro Adhemar de Barros para tirar votos dos seus. Sem ele, a vitória de Quadros seria ainda maior.

Depois disso, tivemos eleições somente em 1989. E aí não teve essa história de terceira via. Foram nada menos que 22 candidatos. Quem se habilita? Collor representou o stabelichment contra candidaturas de Lula, Leonel Brizola, Mário Covas e Fernando Gabeira, que representavam o chamado campo progressista. Deu Collor sem terceira via.

A partir de então as eleições ficaram sempre polarizadas entre candidatos do PT e PSDB. Os tucanos ganharam duas – 1994 e 1998, sempre em 1º turno –, enquanto que petistas ganharam quatro – 2002, 2006, 2010 e 2014 – vitórias obtidas em 2º turno, segundo autoridades, a partir de compra avassaladora de lideranças e votos.

Em 2018 tivemos um pleito totalmente diferente. Nada de polarização. O candidato eleito tinha apenas 8 segundos de televisão, gastou meros R$ 2,8 milhões na campanha – valores risíveis se comparados com gastos de eleições anteriores.

A terceira via termina servindo apenas para fortalecer o discurso dos vencedores em 2º turno e depois ocuparem espaços de poder no futuro governo. Moro está muito distante da realidade histórica do Brasil. (Toni Rodrigues)

Morre João Cleto, altoense de nascimento e coração

Faleceu neste domingo (6/2) o bacharel em Direito e delegado aposentado da Polícia Civil do Piauí, João Cleto de Sousa. Era filho de João Cleto de Sousa e Úrsula Campos de Sousa. Nascido em Altos, em 8 de julho de 1941, completaria 81 anos.

Casado com Eline Maria Cleto de Sousa, com quem teve três filhos: Joeline Maria Cleto Cerqueira, João Cleto Filho e Úrsula Edite Cleto Cavalcante. “Estes, são os nossos maiores tesouros”, escreveu ele, para homenagear os filhos.

João Cleto era altoense de nascimento e de coração. Um apaixonado pela terra natal. Declarava seu amor em prosa e verso. O amor pelos conterrâneos, pelos lugares da sua infância e juventude.

João Cleto, em 2004, decidiu ser candidato a prefeito de Altos. Ficou bem animado com a campanha. O resultado não foi o esperado. Ele disse que daria um tempo da política partidária. E não mais voltou ao cenário dos embates eleitorais.

Autor dos livros “Trajetória de um menino pobre” (2001) e “Travessia” (2021, edição do autor), ambos de memórias.

Formado pela Ufpi (Universidade Federal do Piauí). Diretor do departamento de polícia da capital por quatro anos. Diretor da academia de polícia, em duas oportunidades. Titular de todas as delegacias de Teresina.

João Cleto foi diretor de Armas e Munições da Polícia Judiciária, Corregedor de Polícia Civil e Chefe de Gabinete. Foi também diretor da Assembleia Legislativa do Piauí e subdelegado geral de Polícia Civil.

Um dos criadores de todas as entidades de classe da Secretaria de Segurança, sendo o primeiro presidente da APOCEPI (Associação dos Policiais Civis do Estado do Piauí), Adepol (Associação dos Delegados de Polícia Civil) e APOLCAPI (Associação dos Policiais Civis e Agentes Penitenciários do Estado do Piauí).

Dirigiu a Unidade Escolar Lélia Avelino, lecionou no Centro Federal de Educação do Piauí, e nos colégios estaduais Helvídio Nunes e Eurípedes de Aguiar. Mestre Maçônico, Conselheiro Estadual, Juiz Eleitoral e presidente do Tribunal Eleitoral Maçônico do Grande Oriente do Piauí. Cidadão Honorário de Teresina.  (Toni Rodrigues)

Vereador de Altos diz que escola Afonso Mafrense está prestes a desabar sobre os alunos

O vereador Jairfran Rodrigues Ximenes, o Jairfran do Povão (Cidadania), fez uma visita à Unidade Escolar Afonso Mafrense, em Altos, 42 km de Teresina, onde exerce mandato, e se deparou com uma realidade ao mesmo tempo triste e surpreendente. Tanto que ele chamou a imprensa para expor a situação e reivindicar providências.

O parlamentar gravou vídeos nas dependências da escola pertencente à rede pública estadual e mostrou que a mesma está prestes a desabar. As paredes estão rachadas em vários pontos, por toda a escola, e podem ruir a qualquer momento, afetando estudantes, professores e diretores. Ele disse que as aulas presenciais devem ser iniciadas na segunda-feira, 7 de fevereiro.

“Mas não tem condição nenhuma. Do jeito que está, a escola pode desabar a qualquer momento. E, com a movimentação de estudantes em seu interior, com a retomada das aulas presenciais, isso pode causar uma tragédia. Precisamos retardar o início das aulas e solicitar que o governo proceda com a devida recuperação da escola”, disse o parlamentar.

A situação é triste. Mas também surpreende. O governo dispõe de recursos em caixa para fazer recuperação de escolas, pelo menos R$ 2,6 bilhões, de acordo com informações de autoridades governamentais, e se não o fez em relação ao Afonso Mafrense, é porque não quis. Isso acontece apesar da grandiosa divulgação em torno do Pro Educação, que seria um braço do Pro Piauí, o programa de recuperação e desenvolvimento do estado. Na prática, é apenas para tentar impulsionar a campanha extemporânea e milionária do secretário de Fazenda, Rafael Fonteles. Há indícios de que os recursos públicos estejam sendo utilizados para fomentar a campanha do secretário, através do Pro Piauí.

O vereador disse que foi ao colégio atendendo chamamento dos pais de alunos, que ficaram seriamente preocupados com a situação apresentada pela escola. O jornalista Efrém Ribeiro, do Portal TV e Rádio Piauí esteve no local para produzir reportagem, a pedido do parlamentar e pais de alunos. Ele mostrou que as carteiras quebradas estão armazenadas na parte de trás da escola e falou que os responsáveis do governo “querem esconder a realidade da população.” 

Mostrou-se também requerimento do deputado Warton Lacerda, do PT, feito no começo do ano de 2020, há 2 anos, pedindo providências ao governo. O Executivo estadual simplesmente ignorou, numa demonstração de total falta de prestígio do parlamentar, e descompromisso do governador Wellington Dias (PT) com o sistema educacional altoense e piauiense. (Toni Rodrigues)

Veja o vídeo

 

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6 meses

Clínica de olhos completamente lotada em Teresina; pacientes reclamam

Um amigo do blog nos informa que neste momento está esperando atendimento na clínica H. Visão, em Teresina, e que o espaço de espera está completamente lotado pelos pacientes em busca de atendimento. Ele disse que isso é inaceitável diante do quadro de pandemia e demontra que não adianta os governos estadual e municipal decretarem limitações se não existe nenhuma fiscalização. "É um absurdo", disse ele, indignado, ao nos enviar fotos das aglomerações.

A clínica situa-se no cruzamento das ruas Goiás e Santa Luzia e está totalmente aglomerada neste momento. São três salas de espera completamente lotadas. No local, segundo nossa fonte, estão acontecendo cirurgias. "Minha consulta era para 9h. Fui reclamar e me atenderam, finalmente, para fazer o primeiro cadastro. Acabaram de me informar que tem 10 pacientes na minha frente", relatou, às 10h06min. "Essa super lotação sempre existiu. Venho uma vez ao ano aqui desde 2020. É a terceira vez que estou vindo." 

 

Vários pacientes reclamam. Eles dizem que a clínica podia organizar melhor os atendimentos. Os pacientes deveriam ser orientados a chegar um pouco antes de serem atentidos, cerca de 15 ou 20 minutos antes, justamente para evitar esse tipo de situação. "Do jeito que está, terminaremos sendo afetados. A gente busca tratamento para uma coisa e pode terminar sendo prejudicado por outra", comentou nossa fonte.

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